Rede Infantil

26 abril 2018

4 dicas para educar os filhos no caminho de Deus


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Você já reparou no quanto o mundo de hoje está mudado? O quanto nossas famílias têm hábitos e valores diferentes de 20 anos atrás? Mudou bastante né?! Mas, muitas vezes, esquecemos que as nossas crianças também estão diferentes.

O que mudou no mundo:

A percepção que temos do mundo depende muito de nossas experiências. Por exemplo, uma pessoa mais velha enxergará mudanças muito maiores no mundo, pois ela viveu várias gerações. Ela verá o quanto a economia e os valores morais mudaram, a forma com que se ganha e gasta dinheiro, o modo com que os outros se relacionam por meio da internet, etc. Mas para uma criança, nada mudou, já que ela só conhece o mundo dela e o que os adultos a ensinam. Daí vemos o quanto é tão importante educarmos da maneira correta.

As famílias também mudaram:

De certo forma, a família continua a mesma, tendo como base o casamento e os filhos que formam a sociedade. Mas, se formos parar para analisar, a estrutura familiar tem sido abalada por vários motivos e quero citar três deles:
1) As relações conjugais estão menos estáveis
Os números são claros: o índice de divórcio no Brasil cresceu 45% na última década. Com isso, teremos crianças com menos equilíbrio emocional para enfrentar as crises da vida.
2) Os pais estão convivendo menos com os filhos
Os pais têm estado cada vez mais no mercado de trabalho, seja para prover o sustento da família ou para acumular bens. Como consequência, os pais têm tido negligenciado a formação moral e espiritual de seus filhos.
3) Os filhos estão cada vez mais independentes
A tendência é que os filhos aprendam a se virar sozinho cada vez mais e serem menos ouvidos em relação aos seus gostos, sonhos e escolhas de profissões e relacionamentos. Com isso, os amigos, internet e outros meios de comunicação, serão os seus professores, fazendo com que os valores familiares percam a força.

As crianças também mudaram:

Os pais mudaram mais do que os filhos, porém, houve mudanças no jeito de ser criança ou adolescente. Uma delas é que as etapas têm sido queimadas, fazendo com que a criança se torne adulta mais cedo, tendo que lidar com questões difíceis da vida, enquanto deveriam ficar apenas brincando. No entanto, é importante lembrar que até começar uma vida independente, a criança precisa de alimentação e muitos outros cuidados que só a família pode proporcionar.

A importância de educar os filhos nos caminhos de Deus

É por causa destas mudanças que precisamos estar atentos aos valores de Deus, que são imutáveis e foram criados para a nossa felicidade. A Bíblia diz que os mandamentos de Deus não são penosos (1João 5:3) e servem para nos conduzir a uma vida de paz e alegria verdadeira. A sociedade diz que cada um sabe o que é bom para si, mas só Deus, que nos criou, pode dizer o que realmente é melhor para cada um de nós.
Infelizmente, as crianças de hoje aprendem que elas precisam ser felizes a qualquer custo, mesmo que isso as faça quebrar compromissos com Deus e com as pessoas. Elas aprendem também que têm o direito de viver sua sexualidade na intensidade que quiser, com quem quiser, mesmo que seja com alguém do mesmo sexo. Elas são educadas a escolher sua própria religião ou não seguir nenhuma, já que "todos caminhos levam a Deus". Mas será que isso é verdade? Pelo que lemos na Bíblia, somente Jesus Cristo é o caminho que nos leva a Deus e pode nos dar a salvação eterna.
Agora tente imaginar a confusão que acontece na mente das crianças. Os valores do mundo parecem ser bem mais atrativos para elas, e por isso, desde os primeiros livros da Bíblia, vemos a responsabilidade de educar os filhos no caminho de Deus, pois só eles conduzem a uma vida abençoada. Um dos textos mais claros está em Deuteronômio 6.1-9:

"Esta é a lei, isto é, os decretos e as ordenanças, que o Senhor, o seu Deus ordenou que eu lhes ensinasse, para que vocês os cumpram (...) Desse modo vocês, seus filhos e seus netos temerão ao Senhor, o seu Deus, e obedecerão a todos os seus decretos e mandamentos, que eu lhes ordeno, todos os dias da sua vida, para que tenham vida longa (...) Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças. Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões" (Deuteronômio 6:1-9).
Diante desta passagem, quero compartilhar 4 dicas para você ensinar seus filhos a obedecerem a Deus e terem uma vida bem sucedida:

1) Você deve viver e ensinar esses valores

Os valores de Deus nos foram deixados para vivermos e ensinarmos nossos filhos. O versículo 1 diz: "Esta é a lei, isto é, os decretos e as ordenanças, que o Senhor, o seu Deus ordenou que eu lhes ensinasse, para que vocês os cumpram (...)" (Deuteronômio 6:1).
Então não fuja desta responsabilidade! A escola e a igreja têm suas responsabilidades, mas não pense que os seus filhos irão aprender esses valores lá, se vocês não derem o exemplo dentro de casa. Por exemplo: um filho nunca irá se interessar pela leitura da Palavra se não ver os pais lendo a Bíblia em casa. É por isso que a Bíblia recomenda: "Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6). Viver os valores eternos de Deus não é fácil, mas não podemos desistir. Mesmo contra a "enxurrada" de informações erradas, devemos escolher viver e ensinar os valores que Deus nos deixou na Sua Palavra.

2) Cuide de sua saúde emocional e espiritual

Você sabia que o clima dentro de casa depende quase 100% de como os pais estão emocionalmente? Por isso, não desconte seus problemas nos seus filhos. Lembre-se que você pode até esquecer dos momentos de nervosismo, mas eles podem ficar marcados para o resto da vida.
A sua saúde espiritual também é muito importante na criação dos filhos. Por exemplo, se você dá muita importância às coisas de Deus, seus filhos irão querer fazer o mesmo. Se seus filhos veem você lendo a Bíblia e orando, eles vão entender que isso é fundamental.

3) Priorize a formação dos seus filhos

Se você é daqueles que gosta de fazer as coisas de qualquer jeito, então não seja pai ou mãe, pois cuidar dos filhos é um trabalho para a vida toda. Veja o que a Bíblia diz: "Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar" (Deuteronômio 6:7).
Perceba nesta passagem que a educação deve envolver as situações cotidianas, incluindo a comunhão no lar ("quando estiver sentado em casa"), os lugares onde você vai ("quando estiver andando pelo caminho") e quando se deitar e quando se levantar. A preocupação em educar os filhos no caminho de Deus deve acontecer o tempo todo, pois a escola, a televisão, as amizades, a internet, etc, expõem valores que na maioria das vezes não condizem com os ensinamentos bíblicos. Educar o caráter é o principal investimento que você pode fazer por seus filhos! O resto (conhecimento, dinheiro, carreira, etc) ele pode aprender com o tempo.
Se você for um cristão de verdade em casa, você terá feito metade do serviço. A outra parte é concluída com suas palavras. Por isso, ensine seus filhos a amar ao próximo, orando por aqueles que eles não tem afinidade, etc. Ensine-os a ler a Bíblia, lendo junto com eles. Ensine-os a serem generosos dando bons exemplos de generosidade. Ensine-os a valorizar a igreja, sempre destacando os aspectos positivos de se viver em comunhão com os irmãos.

4) Encontre maneiras criativas de educar seus filhos

Repare no versículos 8 e 9: "Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões"(Deuteronômio 6:8,9).
Geralmente, aprender os valores da vida é visto pelas crianças e adolescentes como algo chato e cansativo. Por isso é tão importante que você encontre formas de tornar este aprendizado agradável. Verifique quais são os seus dons e facilidades, por exemplo: se você sabe contar histórias da Bíblia, que ensinem bons valores, faça isso. Compre livros e filmes que contenham valores eternos e converse sobre o que viram. Leve-os para um passeio no praça ou no parque e tente incluir as mensagens que você quer passar, no contexto em que vocês estiverem.
Fazendo isso, você entenderá o quanto este versículo é real: "Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6).

Mães de joelhos, filhos de pé


Quanto tempo faz que você ora pelos seus filhos?


Mães de joelhos, filhos de pé
Conta-se a história de uma mãe chamada Mônica que orou pelo seu filho por longos trinta anos. Os historiadores contam que nenhum dia se quer, a senhora Mônica deixava de orar e colocar seu filho diante de Deus. Após trinta anos de intensa oração seu filho se converteu ao cristianismo e tornou-se um dos nomes mais importantes do Cristianismo. Sabe de quem estou falando? “Agostinho de Hipona”
Agostinho de Hipona, mais conhecido como Santo Agostinho, foi um exemplo de cristão vindo a tornar-se um dos líderes mais influentes e com isso deixando um legado muito importante de escritos e ensinos as próximas gerações de cristãos.

Aplicação da reflexão

O que esta história nos ensina? O que podemos aprender com essa mãe chamada de Mônica?
Eu aprendo que devemos orar sempre e nunca desfalecer, Lucas 18:1. Eu aprendo que DEUS ouve nossas orações e, ao Seu tempo, ELE atende as nossas preces. Eclesiastes 3, Mateus 7:11, Efésios 6:18, I Tessalonicenses 5:17
“Peçam, e será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta será aberta. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e àquele que bate, a porta será aberta. Mateus 7:7-8
Assim como Mônica,milhares de mães espalhadas pelo nosso País tem dobrado seus joelhos todos os dias em favor de seus filhos. Elas sabem o que isso significa no mundo espiritual. A oração é uma arma poderosa disponibilizada por DEUS 24 horas do dia para o cristão.
Quando a mãe coloca-se de joelho abre-se então um diálogo com aquele que pode todas as coisas. Deus ouve, Deus aje em Seu tempo. Muitas vezes o tempo de Deus não coincide com o nosso, mas Ele age, Ele responde, pode ter certeza disso. Romanos 8:31, Isaías 43:13
Na história acima vemos que DEUS respondeu a oração daquela mãe, salvou e transformou a vida daquele jovem chamado Agostinho. Quem sabe Mônica tivesse orado por uma transformação instantânea e imediata de seu filho; mas Deus respondeu, porém no tempo determinado por ELE.

Não desistam de seus filhos

Orar por seu filho ou sua filha é uma tarefa da qual nenhuma mãe pode abrir mão. Nina Targino, coordenadora nacional do movimento Desperta Débora, não só sabe disso como explica com rara simplicidade e especial clareza por que é indispensável perseverar na oração e jamais desanimar.
Se você é mãe, tenha a certeza de que, ao dobrar os joelhos em favor dos filhos, você contribui decisivamente no mundo espiritual para que eles tenham toda a atenção de que precisam. Mais do que isso: para que eles sejam conduzidos ao encontro da misericórdia salvadora de Cristo, o único capaz de estender a chave da graça e abrir as portas da eternidade. Por isso, um pai ou uma mãe jamais pode se conformar em atravessar a vida sem uma rotina de intercessão em favor de quem mais ama.
Trinta anos de oração fez com que o Agostinho fosse guardado, protegido, trabalhado pelo Espirito Santo até o dia que ele teve um encontro com a maravilhosa graça de Deus.
Quanto tempo faz que você ora pelos seus filhos?
Não sei quanto tempo mãe, você tem orado pelo seu filho, mas uma coisa eu te digo: Não desista, não retroceda nessa guerra espiritual. Se DEUS tem guardado, e livrado até aqui seu filho, é porque você tem se colocado de joelhos em seu favor. Receba isso como resposta de DEUS e continue, não baixe a guarda em nenhum momento. Não pare, não desista, prossiga de joelhos, para que eles permaneçam de pé.
A guerra está travada: de um lado está você de joelhos buscando por seu filho, e do outro lado o mundo, as drogas, o diabo. Mas a vitória é certa, pois maior é quem está em nós do que quem está no mundo. A vitória já é certa em nome de JESUS.
Filhinhos (MÃES), sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. 1 João 4:4

18 outubro 2017

Quanto tempo uma criança pode ver televisão ao dia?

Exposição demasiada diante da televisão diminui a capacidade de concentração das crianças. Duas horas por dia diante da tela aumentam o risco de transtornos de atenção. As últimas investigaçoes revelam que os videogames também diminuem a capacidade de atenção. Pesquisadores da Nova Zelândia analisaram pela primeira vez os efeitos cognitivos a longo prazo das horas passadas diante da televisão na infância. Seus resultados indicam que o rendimento escolar pode ser refletido na adolescência.
As crianças que ficam mais de duas horas por dia diante da TV, quando cursam o primário, têm mais dificuldades de concentração ao chegar ao ensino médio do que aqueles que vêem pouca televisão. Assim demonstra o primeiro grande estudo que analisou os efeitos a longo prazo do abuso da televisão na infância sobre a capacidade de atenção. 

Dificuldades de concentração e a TV

Os efeitos da televisao nas crianças
"Nosso estudo sugere que os pais deveriam tomar medidas para limitar o número de horas que seus filhos assistem televisão”, declarou por correio eletrônico, Bob Hancox, diretor do estudo, da Universidade de Otago (Nova Zelândia).
Segundo os resultados apresentados na revista médica Pediatrics, as crianças que vêem menos de duas horas à televisão por dia na infância, não aumentam seu risco de sofrer transtornos de atenção na adolescência. Mas a partir da terceira hora, o risco aumenta cerca de 44% por cada hora adicional que se passa cada dia diante da TV. “Os efeitos foram especialmente encontrados em crianças que assistiam à TV mais de três horas diárias”, destaca Hancox.
Crianças pequenas que passam mais de duas horas por dia assistindo à televisão correm duas vezes mais risco de desenvolver asma, de acordo com um estudo britânico publicado na revista de medicina respiratória Thorax.
Os cientistas dizem, contudo, que o problema se deve menos à TV em si e mais ao estilo de vida sedentário ligado ao hábito de assisti-la.
O estudo da Universidade de Otago (Nova Zelândia), se baseou em 1.037 meninos e meninas, que foram examinados a cada dois anos desde os cinco aos quinze anos como marco da pesquisa sobre desenvolvimento infantil e saúde.  
Entre outras perguntas, pediu-se aos pais e crianças que dissessem quanto tempo assistiam televisão. Para avaliar se sofriam algum problema de déficit de atenção, perguntou-se aos menores, assim como aos seus pais e professores, se somente conseguiriam manter-se atentos durante um tempo anormalmente curto, se tinham uma baixa capacidade de concentração ou se distraíam com facilidade. 
Por exemplo, fizeram perguntas como: “Quando alguém fala contigo, custa prestar atenção a ela?”; “Ocorre com frequência começar os deveres e não terminar?”; “Você custa fazer os deveres se existem ruídos, ou algum tipo de atividade física na casa?”.

Estudos anteriores detectaram que o abuso da televisão na infância implica em problemas de déficit de atenção mesmo que ainda cursem o primário. Mas nenhum grande estudo havia analisado até agora se esses problemas perduravam até a adolescência. “Nossos resultados indicam que os efeitos da televisão sobre a capacidade de atenção são duradouros”, afirma Bob Hancox. Esses efeitos a longo prazo, foram comprovados em jovens que reduziram as horas de televisão antes de chegar ao ensino médio, mas os que apresentavam problemas relacionados com o abuso da TV na infância, se mantiveram. 
Os pesquisadores alertam contra o costume de algumas famílias de ligar a televisão para que as crianças fiquem tranquilas, por exemplo, na hora do café da manhã. “A esses pais eu lhes diria que tratem de reduzir as horas diante da TV”, declara Hancox. “Além de tudo, as crianças conseguiam se entreter durante milhares de anos antes que a televisão fosse inventada”.

Efeitos dos videogames e computadores nas crianças

O estudo não analisou os efeitos dos videogames e dos computadores sobre o desenvolvimento das crianças e adolescentes porque a coleta de dados se iniciou antes do auge dessas novas formas de entretenimento. Mas os pesquisadores consideram que seus efeitos podem ser similares aos da televisão, porque o limite de duas horas diárias deve incluir todas as formas de ócio audivisual somadas. Assim, se uma criança passa uma hora com videogame, não é aconselhável que assista televisão mais de outra hora no mesmo dia.
Os dados do estudo não deixam claro de que modo o excesso de televisão afeta a capacidade de atenção, mas apontam várias hipóteses. Umas das que apresentam como mais provável é que as imagens televisivas, com seus estímulos constantes, podem fazer que, em comparação à vida real, pareça monótona, de modo que as crianças tendam a se aborrecer diante de atividades que têm ritmos mais lentos como assistir aula ou fazer os deveres. Outra possível explicação é que o cérebro infantil, ainda em formação, desenvolva-se de maneira inadequada ao serem estimulados em excesso pelas rápidas sucessões de imagens dos programas de televisão.

Existem ainda outras possibilidades: pode ser que ver televisão substitua outras atividades que favoreçam a capacidade de atenção, como ler, brincar ou praticar algum esporte, ou que a televisão favoreça a falta de atenção porque um pode sempre retomar o fio do programa mais tarde, ou que as crianças desatentas tenham mais preferência em ver televisão do que aquelas que não têm problemas de déficit de atenção. Ou todas juntas.
Em todo caso, a pesquisa não detectou que o abuso de televisão na infância afete ao risco de sofrer hiperatividade, a não ser unicamente aos transtornos de atenção. “Próximas investigações deverão clarear os possíveis mecanismos pelos quais a televisão cause problemas de atenção”, escrevem os pesquisadores no Pediatrics. 

Tempo total passado diante da TV  

Os autores do estudo reconhecem que alguns programas de televisão são educativos e benéficos para as crianças. Mas “o tempo total passado diante da TV no nosso estudo, associa-se com piores resultados educativos, assim que está claro que a maior parte da televisão que as crianças assistiram, foi contraproducente para a educação”, adverte Hancox. Além disso, completa, “os efeitos da televisão sobre a capacidade de atenção podem não ter nada a ver com os conteúdos, mas estar relacionados com as bruscas mudanças de cena, característicos da TV; se isso é assim, inclusive os programas educativos, em excesso, seriam negativos para a capacidade de atenção”. 
Comportamentos violentos, condutas sexuais de risco, baixo rendimento acadêmico, escassa auto-estima corporal, nutrição desequilibrada, obesidade e consumo de drogas, encabeçam a lista de problemas derivados de um consumo excessivo ou inadequado de programas de televisão na infância e na adolescência, adverte a Academia Americana de Pediatria (AAP).

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